Esse documentário é o meu projeto de finalização do Curso de Design Gráfico - Unit, onde defendo a utilização das novas tecnologias em sala de aula, através do audiovisual como material para-didático para transmitir conhecimento aos alunos.
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Comunidade indígena Xokó, localizada as margens do Rio São Francisco, na Ilha de São Pedro, Município de Porto da Folha a 190km da capital Aracaju, considerado hoje como o último povo indígena sergipano.
APRESENTAÇÃO
O estudo histórico começa quando nos deparamos com a necessidade de estarmos diante da nossa existência, quando buscamos respostas no nosso repertório de informações. É como se dentro da mente existesse um grande arquivo separado por títúlos e ícones que nos conduzem às interrogações do dia-a-dia, sendo que muitas de nossas respostas estão relacionadas a registros de projeções imagéticas produzidas ou adquiridas através da condição racional de catalogar e interpretar.
A visão de um designer questiona o universo ao seu redor, lendo imagens e conduzindo interpretações por meio delas. E de fato quando relacionamos a idéia à imagem a resposta é imediata. O desafio desse projeto é transcrever visualmente para o espectador a narração de uma história verbal e visual, não com o intuito de substituir livros, afinal, através deles se conceitua a representação visual, e sim para facilitar o seu entendimento.
Comunidade indígena Xokó, localizada as margens do Rio São Francisco, na Ilha de São Pedro, Município de Porto da Folha a 190km da capital Aracaju, considerado hoje como o último povo indígena sergipano.
APRESENTAÇÃO
O estudo histórico começa quando nos deparamos com a necessidade de estarmos diante da nossa existência, quando buscamos respostas no nosso repertório de informações. É como se dentro da mente existesse um grande arquivo separado por títúlos e ícones que nos conduzem às interrogações do dia-a-dia, sendo que muitas de nossas respostas estão relacionadas a registros de projeções imagéticas produzidas ou adquiridas através da condição racional de catalogar e interpretar.
A visão de um designer questiona o universo ao seu redor, lendo imagens e conduzindo interpretações por meio delas. E de fato quando relacionamos a idéia à imagem a resposta é imediata. O desafio desse projeto é transcrever visualmente para o espectador a narração de uma história verbal e visual, não com o intuito de substituir livros, afinal, através deles se conceitua a representação visual, e sim para facilitar o seu entendimento.
Foto: Marcos Fraga
Os Xokó são remanescentes de vários outros grupos indígenas que, devido a fatores como a escravidão e a miscigenação ocorridas nos séculos passados, foram aos poucos perdendo as características culturais e fenotípicas de seus grupos de origem. Hoje, segundo informações do Cacique Lucimário Apolônio Lima cedidas ao Jornal da Cidade, existem cerca de 70 famílias, que vivem na aldeia em casas de alvenaria com energia elétrica, antenas parabólicas, televisores, rádios e água encanada, novidades que fogem do nosso repertório de informações, que provocam uma reconstrução visual e ideológica sobre uma tribo indígena. Esse fato fortalece a necessidade de se atualizar as fontes históricas já existentes, até então localizadas em trechos de livros, artigos sem cunho didático no que tange às ilustrações, permitindo o acesso mais fácil a essas informações.
Esse projeto prioriza conceituar a comunidade e revelar o seu processo de reconstrução ou evolução, trazer para tela a imagem real de uma tribo indígena nos dias atuais.
OBJETIVO GERAL
Fazer o resgate visual e histórico da última comunidade indígena sergipana, que ao longo do tempo foi perdendo suas referências culturais, e hoje ressurge num processo de reconstrução, cruzando informações do passado com a contemporaneidade. Como pano de fundo desse projeto existe a intenção de despertar maior interesse nos profissionais da área de ensino para a aplicação de recursos audiovisuais em salas de aula, apostando na veracidade das informações atribuídas a essas novas tecnologias.
Fazer o resgate visual e histórico da última comunidade indígena sergipana, que ao longo do tempo foi perdendo suas referências culturais, e hoje ressurge num processo de reconstrução, cruzando informações do passado com a contemporaneidade. Como pano de fundo desse projeto existe a intenção de despertar maior interesse nos profissionais da área de ensino para a aplicação de recursos audiovisuais em salas de aula, apostando na veracidade das informações atribuídas a essas novas tecnologias.
Foto: Cleanto Amorin
OBJETIVO ESPECÍFICO
Nosso objetivo parte da necessidade de se visualizar o que se lê, complementando o pouco que já existe, e atualizar a metodologia aplicada, defendendo a nossa cultura e fazendo com que ela esteja introduzida no nosso repertório de forma mais imediata. Pretendemos ainda, fazer com que esse primeiro documentário não trate somente da dizimação de uma tribo e sim de todo um processo histórico e cultural, fundamental para o entendimento da sua realidade na contemporaneidade.
Foto: Marcos Fraga
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MELO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural; Ed. Vozes, 1987.
SOUZA, George Carvalho Góis. O grafismo indígena Xokó: a reconstrução de uma identidade. Aracaju, 2006. (Monografia apresentada como um dos pré-requisitos para conclusão do curso de Design).
SANTOS Lenalda Andrade e OLIVA Terezinha Alves de. Para Conhecer a História de Sergipe; Ed. Opção Gráfica e Editora Ltda, 1998.
VANOYE, Francis e GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Ensaio Sobre a Análise Fílmica; trad. Marina Appenzeller. Ed. Papirus Editora, 1992.
FRANCE, Claudine de. Cinema e Antropologia; trad. Március Freire, Isabel Pagano e Maria Francisca Marcello. Ed. Editora da UNICAMP, 1998.
TURNER, Graeme. Cinema como Prático Social; trad. Mauro Silva. Ed.Summus Editorial, 1997.
SANADA, Vera e SANADA, Yuri. Vídeo Digital; Ed. Axcel Books do Brasil Editora, 2004.

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